Saindo um pouco das questões conjunturais e entrando nas conceituais mais longas, existe todo um debate sobre a formatação de uma nova economia.
É uma agenda cheia e complexa, pois lida com paradigmas que ainda estão em construção, colocados em teste.
Um dos pontos mais significativos deste formato de pensar o mundo do futuro tem a haver com a economia dos pequenos negócios produzidos de forma cooperativa e comunitária, lidando com o capital social.
É uma lógica oposta a lógica da industrialização intensiva, excludente de mão de obra, mas ao mesmo tempo complementar, já que vai utilizar a mão de obra excedente. Mas o lado mais forte dela é que se dá na questão local e dentro dos condicionantes da questão local. São ações que se promovem no interior das comunidades e não impostas de fora para dentro.
Temos em nosso país muitos exemplos de manipulação política na área das entidades do movimento social que nos levam na direção de crítica ao que ocorre, mas nem tudo é assim. Temos, também, exemplos de ações que dão certo e mostram o potencial que existe ai.
O papel das redes de tecnologia social nesse processo é extremamente significativo, pois é por elas que experiências sociais positivas são difundidas, maximizando o conhecimento.
Nesse sentido a 2ª Conferência Internacional de Tecnologia Social pode fornecer aos que se interessem pelo assunto muitas informações. Será realizada em Brasília, DF, mas haverá transmissão ao vivo via web.
ALTERNATIVA BRASIL NOS SEUS FAVORITOS
NOSSOS BLOGS
INSTITUCIONAIS
ALTERNATIVA LÊ
Comentários(0)